Encontramos uma maneira de ajudar mulheres vítimas de violência doméstica durante o isolamento social: criamos, com a colaboração do projeto Sobreviver Mulher, uma cartilha com informações importantes e uma maneira segura de fazê-la chegar até mulheres em situação de vulnerabilidade.

Se você está distribuindo cestas básicas neste período, preenche o formulário ao lado que a gente te explica melhor como participar.

Quero receber o material e ajudar mulheres vítimas de violência doméstica

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pessoas querem ajudar mulheres em situação de vulnerabilidade.





A cada 2 minutos, 5 mulheres são agredidas no Brasil.
(Pesquisa Mulheres Brasileiras nos Espaços Público e Privado)




Em 80% dos casos o responsável pela agressão é o próprio parceiro (marido, namorado ou ex) com quem convivem diariamente.
(Pesquisa Mulheres Brasileiras nos Espaços Público e Privado)




A violência doméstica aumentou em até 50% em alguns estados brasileiros após o início da pandemia.
(Instituto Maria da Penha)




O número de ocorrências subiu em 6 Estados em relação ao mesmo período em 2019.
(Fórum Brasileiro de Segurança Pública)




De 18 de março a 14 de maio de 2020, foram contabilizadas 11.295 ligações para o Disque 180 e para o Disque 100.
(Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos)




Dessas ligações, 11.063 foram relativas à violência física e 3.568 à violência psicológica.
(Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos)




Para denúncias e orientações sobre os direitos da mulher.




Para denúncias de violação de direitos humanos, incluindo violência contra as mulheres.




Brigada Militar




Corpo de Bombeiros






















Em virtude da pandemia de Covid-19 e a consecutiva necessidade de isolamento social, os casos de violência doméstica aumentaram no Brasil e no mundo.

A própria casa nunca foi um local seguro para as mulheres. Então não foi com surpresa, apenas pesar, que vimos esses números dispararem. E esse sentimento nos levou a buscar uma solução.

Como as mulheres em situação de vulnerabilidade social possuem menos ou nenhum acesso à internet e estão tendo maior dificuldade para conseguir ir fisicamente nas delegacias realizar as denúncias durante esse período, nós criamos essa campanha que anda de mãos dadas com quem já faz o bonito trabalho de distribuir cestas básicas.

Para o conteúdo da cartilha tivemos a colaboração do projeto @sobrevivermulher.